Quimica é Show

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domingo, 25 de setembro de 2011

Experimentos.

Reações Químicas


          Reações  Químicas
Uma reação química ocorre quando certas substâncias sofrem transformações em relação ao seu estado inicial (reagentes). Para que isso possa acontecer, as ligações entre átomos e moléculas devem ser rompidas e devem ser restabelecidas de outra maneira. Como essas ligações podem ser muito fortes, geralmente é necessária energia na forma de calor para iniciar a reação.

A ocorrência de uma reação química é indicada pelo aparecimento de novas substâncias (produtos), diferentes das originais (reagentes). Quando as substâncias reagem, às vezes ocorrem fatos bastante visíveis que confirmam a ocorrência da reação e dentre eles, podemos destacar: desprendimento de gás e luz, mudança de coloração e cheiro, formação de precipitados, etc.

Em certas situações, os reagentes se encontram com impurezas e as reações químicas não acontecem com aproveitamento total devido ao fato de não ocorrem somente nos laboratórios, mas, em toda a parte e a todo o momento. Oxidação e redução são exemplos desses tipos de reações que ocorrem em nosso dia-a-dia.

Quando dois reagentes são misturados e eles não se encontram em proporções iguais, um deles será consumido totalmente enquanto o outro poderá deixar certa quantidade sem reagir. O reagente que teve seu aproveitamento total é chamado de reagente limitante e o outro será o reagente em excesso.

Um exemplo de reação química muito comum em nosso cotidiano é a reação de combustão, para que ela ocorra é necessária a presença de três fatores: um combustível, um comburente e energia de ativação. Essa reação consiste na queima de um combustível que pode ser a gasolina, álcool, etc., através da energia de ativação (calor de uma chama, faísca elétrica), na presença de um comburente que, em geral, é o oxigênio do ar (O2).

sábado, 17 de setembro de 2011

Sais e cotidiano.

Sais são compostos que podem ser encontrados na natureza, ao nosso redor existe uma infinidade de sais, que fazem parte dos mais variados materiais.

O sal encontrado em nossa cozinha é o cloreto de sódio (NaCl), conhecido também como sal marinho ou sal-gema. É um sólido cristalino que além de ser usado para salgar a comida, tem larga aplicação na conservação de alimentos (carne seca, bacalhau, etc), na composição do soro fisiológico (uma mistura de água com 0,9% de cloreto de sódio) e como matéria prima para produção de cloro, de soda cáustica e de hipoclorito de sódio.

O carbonato de cálcio (CaCO3) é um sólido branco insolúvel em água, encontrado no calcário, na calcita, no mármore, etc. Está presente também nas cascas de ovos, nas pérolas e nos recifes de corais. Na indústria é utilizado na fabricação do cimento, vidro, da cal virgem, etc. Na agricultura é usado para correção da acidez do solo e nas siderúrgicas como fundente.

O vidro é usado na fabricação de utensílios domésticos.
O carbonato de sódio (Na2CO3) é um pó branco ou levemente acizentado. É chamado popularmente de soda ou barrilha, é usado na fabricação de sabões e detergentes, celulose e papel, como desengraxante, na refinação do petróleo, e limpeza em geral. É empregado nas estações municipais de tratamento de água, em piscinas (para evitar que a água fique mais ácida) e ainda na fabricação de vidros.

O bicarbonato de sódio ou carbonato ácido de sódio (NaHCO3) é um sal ácido que reage com água liberando CO2 e produzindo NaOH. Nos efervescentes que combatem à acidez estomacal, o bicarbonato de sódio é princípio ativo, é usado também como fermento em pães. Nos extintores de incêndio (pó seco ou úmido) é um dos componentes principais.
O fluoreto de sódio (NaF2) serve como fonte de fluoreto para a formação do esmalte dental, que aumenta a resistência à formação de cáries. É usado em algumas pastas de dente e em enxaguatórios bucais.

O salitre - nitrato de potássio (KNO3) e o salitre-do-chile - nitrato de sódio (NaNO3), são empregados como conservantes dos embutidos de carne (presunto, salame, mortadela, rosbife, etc, e como afrodisíaco. Tomam parte também, da composição de fertilizantes, de dinamites e da chamada pólvora negra (uma mistura de salitre, carvão e enxofre pulverizados).
O sulfito de sódio (Na2SO3) é um sólido cristalino usado na conservação de alimentos, refinação de açúcar, na clarificação do papel sulfite.
Veja a lista de alguns sais que possuem aplicações relevantes na medicina:

Bicarbonato de sódio (NaHCO3) -  Antiácido;

Carbonato de amônio (NH4)2CO3 - Expectorante;

Carbonato de lítio (Li 2CO3 ) - Antidepressivo;

Cloreto de amônio (NH 4Cl) - Acidificante do tubo digestivo;

Cloreto de sódio (NaCl) - Soro fisiológico;

Fluoreto de estanho II (SnF2) - Fortalecimento do esmalte dental;

Iodeto de sódio (NaI) -  Fonte de iodo para a tireóide;

Iodeto de potássio (KI) - Fonte de iodo para a tireóide;

Nitrato de potássio (KNO3) - Diurético;

Permanganato de potássio ( KMnO4) - Antimicótico;

Sulfato de bário (BaSO 4) - Contraste em radiografia intestinal;

Sulfato de cálcio (CaSO4) - Gesso para imobilizações;

Sulfato de ferro II (FeSO4) - Fonte de ferro para anêmicos;

Nitrato de potássio (KNO3) - Germicida para olhos de recém nascidos;

Sulfato de magnésio (MgSO4) - Laxante.

Importância do pH


Importância do pH

INDICE
I - pH: o que é e como determiná-lo
O que é o pH?
Como determinar o pH?
II - Importância do controlo e existência de um pH adequado
Importância do controlo do pH no sangue
Água e sangue
pH e chuva ácida
Formação da chuva ácida
Reacções Químicas da Chuva Ácida
Efeitos prejudiciais da chuva ácida
Conclusão
Bibliografia

I – pH: o que é e como determiná-lo

O que é o pH? Definição
O pH ou potencial de hidrogénio iónico, é um índice que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade de um meio. O conceito foi introduzido por S. P. L. Sørensen em 1909. O "p" deriva do alemão potenz, que significa poder de concentração, e o "H" é para o ião de hidrogénio (H+). Às vezes é referido do latim pondus hydrogenii. O "p" equivale ao simétrico do logaritmo de base 10 da actividade dos iões a que se refere, ou seja,
Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph1.jpg
em que [H+] representa a actividade de H+ em mol/dm3.Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph2.jpg
A equação é simplesmente uma definição concebida com o objectivo de simplificar a representação numérica de [H+]. Como se pode ver, o pH é dado por um número positivo. Se não o sinal menos a afectar o logaritmo, o pH seria um numero negativo devido aos valores normalmente muito pequenos de [H+]. Repare-se que o termo [H+] na equação acima apenas diz respeito à parte numérica da concentração do ião de hidrogénio, pois não se pode determinar o logaritmo em unidades. Assim, tal como a constante de equilíbrio, o pH de uma solução é uma quantidade adimensional. Como o pH é simplesmente uma forma de exprimir a concentração do ião hidrogénio, as soluções ácidas e básicas a 25º C podem ser identificadas através dos seus valores de pH, como se segue:
.     Soluções ácidas: [H+] > 1,0 x 10 -7 M, pH < 7,00
.     Soluções básicas: [H+] < 1,0 x 10 -7 M, pH > 7,00
.     Soluções neutras: [H+] = 1,0 x 10 -7 M, pH = 7,00

Como determinar o pH?
O pH pode ser determinado:
.     por adição de um indicador1 de pH na solução em análise. A cor do indicador varia consoante o pH da solução.
.     usando um medidor de pH acoplado a um eléctrodo de pH. O medidor de pH é um milivoltímetro com uma escala que converte o valor de tensão do eléctrodo de pH em unidades de pH. Este tipo de eléctrodo é chamado "ião selectivo"
nota 1:Um indicador é uma substância que varia de cor dentro de um pequeno intervalo de pH, devido ao facto de poder existir em duas ou mais formas que têm estruturas distintas e apresentam cores diferentes.
Os indicadores empregam-se para medir de modo apropriado o pH das soluções, uma vez que, em geral, a zona de viragem (mudança de cor) dos indicadores é de 2 unidades de pH.
Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph3.jpg

II – Importância do controlo e existência de um pH adequado

II.1-Importância do controlo do pH no sangue

Equilíbrio ácido-base no sangue

O grau de acidez é uma importante propriedade química do sangue e de outros líquidos corporais. Normalmente, o sangue é discretamente alcalino, com um pH situado na faixa de 7,35 a 7,45. O equilíbrio ácido-base é controlado com precisão pois, mesmo um pequeno desvio da faixa normal, pode afectar gravemente muitos órgãos.
Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph4.jpgO organismo utiliza três mecanismos para controlar o equilíbrio ácido-base do sangue. Em primeiro lugar, o excesso de ácido é excretado pelos rins, principalmente sob a forma de amónia. Os rins possuem uma certa capacidade de alterar a quantidade de ácido ou de base que é excretada, mas, geralmente, esse processo demora vários dias. Em segundo lugar, o corpo utiliza soluções tampão1 do sangue para se defender contra alterações súbitas da acidez. O tampão mais importante do sangue utiliza o bicarbonato (um composto básico) que se encontra em equilíbrio com o dióxido de carbono (um composto ácido). À medida que mais ácido ingressa na corrente sanguínea, mais bicarbonato e menos dióxido de carbono são produzidos.
À medida que mais base entra na corrente sanguínea, mais dióxido de carbono e menos bicarbonato são produzidos. Em ambos os casos, o efeito sobre o pH é minimizado. O terceiro mecanismo de controlo do pH do sangue envolve a excreção do dióxido de carbono. O dióxido de carbono é um subproduto importante do metabolismo do oxigénio e, consequentemente, é produzido constantemente pelas células. O sangue transporta o dióxido de carbono até os pulmões, onde é expirado. Os centros de controlo respiratório localizados no cérebro regulam a quantidade de dióxido de carbono que é expirado através do controlo da velocidade e profundidade da respiração. Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph5.jpg
Quando a respiração aumenta, a concentração de dióxido de carbono diminui e o sangue torna-se mais básico. Quando a respiração diminui, a concentração de dióxido de carbono aumenta e o sangue torna-se mais ácido. Através do ajuste da velocidade e da profundidade da respiração, os centros de controlo respiratório e os pulmões são capazes de regular o pH sanguíneo minuto a minuto. Uma alteração em um ou mais desses mecanismos de controlo do pH pode produzir uma das principais alterações do equilíbrio ácido-base: a acidose ou a alcalose. A acidose é uma condição na qual o sangue apresenta um excesso de ácido (ou uma falta de base), acarretando frequentemente uma redução do pH sanguíneo.
A alcalose é uma condição na qual o sangue apresenta um excesso de base (ou uma falta de ácido), acarretando ocasionalmente um aumento do pH sanguíneo. A acidose e a alcalose não são doenças, mas sim consequências de vários distúrbios. A presença de uma acidose ou uma alcalose provê um indício importante ao médico de que existe um problema metabólico grave. A acidose e a alcalose podem ser classificadas como metabólicas ou respiratórias, de acordo com a sua causa primária. A acidose metabólica e a alcalose metabólica são causadas por um desequilíbrio na produção e na excreção de ácidos ou bases pelos rins. A acidose respiratória e a alcalose respiratória são causadas principalmente por distúrbios pulmonares ou respiratórios.
Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph6.jpg
Faixa do pH normal do sangue e as suas principais alterações.
nota 1: O efeito tampão
Em linhas gerais, a definição de uma solução tampão seria aquela que é capaz de atenuar a variação do valor do seu pH, resistindo à adição, dentro de limites, de reagentes ácidos ou alcalinos. Ao mencionarmos os conceitos de  "ácido e base", estamos a referir-nos à definição de Brönsted-Lowry (1923), a qual diz que "ácido é uma substância que liberta protões (um doador de protões) e uma base é uma substância que se combina com os protões (um receptor de protões)".

Água e sangue

Uma água mineral de boa qualidade deve ter um pH compreendido entre 7,0 e 7,5.
Como foi acima referido, o sangue de um humano saudável tem um pH de 7,35 a 7,45 e contém cerca de 90 a 95% de água.
O nosso corpo tenta a todo custo manter o pH sanguíneo dentro destes valores, extraindo minerais do organismo para manter o pH. Quando não consegue equilibrar o pH, o nosso corpo torna-se ácido e propenso à infestação por parasitas e todos os males que eles trazem.
Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido para sobreviver. Assim como o fogo precisa de oxigénio para existir, os vírus e bactérias necessitam de um meio ácido para se manterem vivos. Sendo assim, beber água com um pH neutro ou levemente alcalino contribui, também, para que o nosso corpo mantenha o seu pH nos níveis adequados.

II.2 – pH e chuva ácida

Em jeito de introdução...
A queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogénio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogénio presente na atmosfera sob a forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas. As águas da chuva, assim como a geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.
O dióxido de carbono (CO2) expelido pela nossa respiração é consumido, em parte, pelos vegetais, plâncton e fito plâncton e o restante permanece na atmosfera.
Hoje em dia, a concentração de CO2 no ar atmosférico tem vindo a tornar-se cada vez maior, devido ao grande aumento da queima de combustíveis que têm carbono na sua constituição. A queima do carbono pode ser representada pela equação:
C + O2  ®CO2
Tanto o dióxido de carbono como outros óxidos ácidos, por exemplo, SO2 e NOx, são encontrados na atmosfera e as suas quantidades crescentes são um factor de preocupação para os seres humanos, pois causam, entre outras coisas, as chuvas ácidas.
O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Usou a expressão para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial.
A chuva é considerada ácida quando seu PH é menor do que 5.
Os casos mais graves observados indicaram chuvas com PH 2,5.
O pH de uma chuva não ácida é pouco menor que 6.
 Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas têm vindo a tornar-se cada vez mais sérios.
Um dos grandes problemas das chuvas ácidas é o facto de poderem ser transportadas através de grandes distâncias.

Formação da chuva ácida
Como já foi referido, a água da chuva já é naturalmente ácida. Devido a uma pequena quantidade de dióxido de carbono (CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo de 6 (cerca de 5,6). Adquire assim um efeito corrosivo para a maioria dos metais, para o calcário e outras substâncias.
Quando não é natural, a chuva ácida é provocada principalmente por fábricas e carros que queimam combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Desta poluição um pouco se precipita, depositando-se sobre o solo, árvores, monumentos, etc. Outra parte circula na atmosfera e mistura-se com o vapor de água. Passa então a existir o risco da chuva ácida.
Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph7.jpg

Reacções Químicas da Chuva Ácida
Chuva naturalmente ácida:
CO2 (g) + H2O (l)® H2CO3 (aq)
Chuva ácida causada pela queima de combustíveis que contêm enxofre como impureza (gasolina e óleo diesel):
I - Queima do enxofre:
S (g) + O2 (g) ®  SO2 (g)
II - Transformação do SO2 em SO3:
SO2 (g) + ½ O2 (g) ® SO3 (g)
III - Reacções dos óxidos com água:
SO(g) + H2O (l) ® H2SO(g)
SO3  (g) + H2O (l) ®  H2SO4 (g)

Chuva ácida causada pelos óxidos de nitrogénio (NOx):
I - Reacção entre N2 e O2 nos motores dos automóveis (devido à temperatura elevada):
N2   (g) + 2O2   (g) ®   2NO2   (g)
II - Reacção do óxido com água:
2NO2  (g) + H2O  (g) ® HNO(g)  + HNO3    (g)

Efeitos prejudiciais da chuva ácida

Prejuízos para o Homem
  1. Saúde: os iões tóxicos libertados pela chuva ácida constituem a maioDescrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph8.jpgr ameaça aos seres humanos. O cobre mobilizado foi implicado nas epidemias de diarreia em crianças jovens e acredita-se que existem ligações entre o abastecimento de água contaminado com alumínio e a ocorrência de casos da doença de Alzheimer.
  2. Construção: a chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como edifícios e monumentos, destruindo represas, turbinas hidroeléctricas…


Prejuízos para o meio ambiente
  1. Lagos: Há uma forte relação entre baixos níveis de pH e a perda de populações Descrição: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/ph9.jpgde peixes em lagos. Com um pH abaixo de 4,5, praticamente nenhum peixe sobrevive, enquanto níveis iguais a 6 ou superiores promovem populações saudáveis. Ácidos na água inibem a produção das enzimas que permitem que as larvas de truta escapem das suas ovas. O baixo pH também faz circular metais pesados como o alumínio nos lagos. O alumínio faz com que alguns peixes produzam muco em excesso ao redor de suas guelras, prejudicando a respiração. O crescimento de fitoplâncton é inibido pelos grandes níveis de acidez e animais que se alimentam deles são prejudicados.
  2. Agricultura: a chuva ácida afecta gravemente as plantações. Como, à partida, as plantações são géneros de tamanho semelhante, é muito fácil a chuva ácida conseguir afectar uma grande área de cultivo.


Conclusão: 
Com a elaboração deste trabalho, aprofundei as noções já adquiridas acerca da importância e controlo do pH em diversas situações.
 Para além das aqui focadas, durante o trabalho de pesquisa, adquiri conhecimentos em diversas outras situações, como o caso das alterações de pH caso ocorra uma overdose de medicamentos e a relação entre o pH e a cárie dental. Estes assuntos não são aqui incluídos, uma vez que a informação encontrada não se relacionava propriamente com o tema que era suposto abordar neste trabalho, mas sim com outras temáticas especificas, onde a relação com o pH apenas era evidenciada em segundo plano, simplesmente para explicar determinada reacção.
No início deparei-me com algumas dificuldades em encontrar informação adequada para a realização deste trabalho, no entanto, o balanço final é muito positivo. Deparei-me com situações em que o pH assume uma importância crucial e nas quais nunca tinha pensado. Foi muito enriquecedor, mesmo a nível cultural.

Bibliografia:
Chang, Raymond Química. Mc Graw Hill  Lisboa, Portugal. 1998. 5ª Ed.